Opinião
Edson Bastos Veras
Cine Éden.
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.Maria das Graças M
Maria e Aline..
Eleições: Maria.
Eleições Ipiaú.
Eleições Ipiaú.
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Brasília breve.
Eleições Ipiaú.
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Aline e Maria.
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Eleições & Dú.
Eleições Ipiaú.



Eu confesso que estou muito preocupado com o resultado das as eleições em Ipiaú este ano. Nós temos treze vereadores a serem eleitos e eu ainda não sei se conseguirei eleger os meus oito (08) anjinhos! “Eta” eleição difícil e deveras complicada. Ainda mais que o voto é secreto e não poderei colocar oito adesivos na minha blusa, pois eu só posso votar em um único candidato a vereador. E eu tenho oito (08) anjinhos para ajudar a eleger. Não posso nem citar aqui o nome dos oito (08) anjinhos e pedir um voto para eles, que devo fazer? Acredito que precisamos acabar com este enorme número de partidos e das coligações entre eles. Pois da forma que há a situação em Ipiaú fica muito complicada é difícil! Porque não haver uma grande reforma política em nosso pais e criar uma clausula de barreira neste número absurdo de partidos e acabar com a possibilidade de coligações entre eles? Outro problema e que infelizmente o ano da bondade está quase terminando, para tristeza de muitos, mas fica sempre a grande dúvida, estaria correta a existência do ano da bondade? Porque, aceitar estar situação passivamente é incentivar a corrupção e a ilegalidade. Muitos irão discordar desta pergunta, quem será o corrupto e o corruptor? O político ou o eleitor?


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Para mim, o corruptor é o eleitor, que vai votar livremente e secretamente, escolhendo os nossos governantes, mas que se vende por qualquer trocado. Portanto seja honesto, vote livremente, pois o voto é secreto, vote em quem você acredite que seja o melhor. Se você tiver um cargo de confiança, não se preocupe porque o voto é secreto. Se te arrumarem uma cirurgia, um exame médico, prometa votar para conseguir a cirurgia ou o exame. Mas não se esqueça nunca, que o voto é secreto, portanto vote livremente no melhor. Provavelmente quem está tentando comprar o seu voto não deve ser o melhor. Outra coisa, não se esqueça de que todos nós pagamos impostos, ou seja, na conta de luz, na compra do arroz, no.…. Veja bem, imposto não é somente o imposto de renda. Mas de quem é a culpa de tal fato, da existência do jeitinho, do pequeno trambique é de quem vende o seu voto por qualquer merreca! Eu acredito que foi o capitão Pero Alvares Cabral, que dizem que descobriu o Brasil, outra pequena mentira. Trazendo em sua frota o escrivão Pero Alves de Caminha.   A Carta de Pero Vaz de Caminha é o documento no qual ele registrou as suas impressões sobre a terra que posteriormente viria a ser chamada de Brasil. É o primeiro documento escrito da história do Brasil. Costuma ser erroneamente considerado o marco inicial da obra poética escrita no país, porém, para ser obra literária, precisaria ter características irreais, já que a Carta é um documento histórico que descreveu a realidade do país, vista aos olhos de um escrivão. O escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, Caminha redigiu a carta para o rei D. Manuel I (1469-1521) para comunicar-lhe o descobrimento das novas terras. Datada de Porto Seguro, no dia 1 de maio de 1500, que foi levada a Portugal por Gaspar de Lemos, comandante do navio de mantimentos da esquadra.

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Comente, de opinião, descorde, participe, mande notícias e sugestões. O Jornal é seu, ele espera poder representar os anseios de nossa cidade, enfim, do povo de Ipiaú.

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A Carta conservou-se inédita por mais de dois séculos no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa. Foi descoberta, em 1773 por José de Seabra da Silva e publicada pelo historiador Manuel Aires de Casal na sua Corografia Brasílica (1817).

 

 

“E, pois, que, Senhor, é certo que tanto neste cargo que levo como em outra qualquer coisa que de Vosso serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de São Tomé a Jorge de Osório, meu genro—o que d`Ela receberei em muita mercê. Beijo as mãos de Vossa Alteza. Deste Porto Seguro, da vossa Ilha da Vera Cruz, hoje, sexta-feira, 1º dia de maio de 1500.'

 

O pedido que Caminha faz no último parágrafo da Carta e é muitas vezes tido, como a primeira tentativa de nepotismo em território brasileiro. O que se verifica é que, na verdade, Caminha apelou a D. Manuel 1, para que libertasse do cárcere o seu genro, casado com sua filha Isabel, preso por assalto e agressão. Seu autor foi o escrivão oficial do rei Dom Manoel I, de Portugal, genro dos reis espanhóis D. Fernando e Isabel de Castella. Caminha acompanhou a frota de navios comandada pelo Capitão Pedro Álvares Cabral, em 1500, que tinha a missão de fazer reconhecimento de um território do “Novo Mundo” ainda não explorado pelos espanhóis, mas já visitado (na região Norte) por outro navegador português, Duarte Pacheco Pereira, em 1498.

 

 


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Pero Vaz de Caminha foi, portanto, o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Nascido na cidade do Porto, em Portugal, faleceu poucos meses depois de ter escrito a Carta, ainda em 1500, em Calecute, na Índia, onde seria escrivão da feitoria que viria a ser fundada.  A frota partiu de Belém, em Portugal, no dia 9 de março de 1500. Chegou às Canárias no dia 14 do mesmo mês e à ilha de São Nicolau no dia 22. Toparam com os primeiros sinais de terra no dia 21 de abril, ao avistarem no mar espécies de ervas compridas, que chamaram de botelho. Finalmente, no dia 22, avistaram terra, que chamaram de Terra de Vera Cruz; ao monte alto que viram deram o nome de Monte Pascoal. Os primeiros habitantes que viram, segundo Caminha, eram pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Pero Vaz de Caminha (1450-1500) nasceu em Porto, Portugal, no ano de 1450. Filho de Vasco Fernandes de Caminha, cavaleiro do Duque de Bragança. Herdou do pai o cargo de mestre da balança da Casa da Moeda, com a função de tesoureiro e escrivão. Casou-se com Dona Catarina e teve uma filha, Isabel. Foi nomeado escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, que partiu de Lisboa, numa segunda feira, nove de março de 1500. A carta de Pero Vaz de Caminha, relatando a descoberta de novas terras, fixou a entrada do Brasil na História. É a mais completa das cinco que existem, sobre o fato acontecido na manhã de 22 de abril de 1500. Uma carta com sete folhas, o primeiro documento da História do Brasil, onde conta ao Rei Dom Manuel, o descobrimento de novas terras.


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'Senhor, Posto que o capitão desta vossa frota e assim os outros capitães escrevem a Vossa Alteza a nova do achamento desta vossa terra que ora nesta navegação se achou, não deixarei também de dar disso conta a Vossa Alteza, assim como melhor puder ... Assim, Pero Vaz de Caminha inicia sua carta. 'A terra em si é de muito bons ares, frescos e temperados. As águas são muitas, infinitas. Homens pardos, nus, com cocares de penas coloridas'. Assim relatou com detalhes a paisagem e os habitantes locais. O documento chegou a seu destino, mas depois sumiu por muitos anos. Arquivado na Torre do Tombo em Lisboa, só em 1793 foi encontrado por Juan Batista Munoz. Foi publicada pela primeira vez em 1817, no Rio de Janeiro, por Aires do Casal, em seu livro 'Corografia Brasílica'. Pero Vaz de Caminha, seguiu com Cabral rumo à Índia. No dia 15 de dezembro de 1500, morreu durante um saque feito pelos mouros em Calicute.


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E, pois, que, Senhor, é certo que, assim neste cargo que levo, como em outra qualquer coisa que de vosso serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida, a. Eu peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de São Tomé a Jorge de Osório, meu genro – o que d`Ela receberei em muita mercê. O trambique veio realmente de fora para nos corromper e veio novamente agora, para nossa tristeza, tentando nós corromper.


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Ele veio nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, que terminou praticamente sem incidentes por incrível que pareça! Desta vez eles vieram da Irlanda e dos Estados Unidos. Sim, depois de uma longa preparação, de expectativas catastróficas e de corrupção tudo terminou muito bem. O Brasil, o Rio de Janeiro teve uma Olimpíada linda e sem incidentes feitos por nos. A Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro, que se temia, com milhares de turistas e atletas olímpicos vítimas de violência, deu lugar a uma cidade ordeira, pacifica e acolhedora para a maiorias das pessoas que vieram. O curioso é que os dois maiores incidentes, quase os únicos foram protagonizados por estrangeiros, que perturbaram o cenário acolhedor e de bem querer. Um deles foi um falso assalto, que nadadores americanos alcoolizados protagonizaram   e o outro foi o desvio de mais ou menos mil ingressos por uma empresa ligada ao presidente do Comitê Olímpico da Irlanda (Patrick Hickey).


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O caso do Irlandês é muito grave. Ele é um dos 15 membros da Comissão Executiva do Comitê Olímpico Internacional e amigo pessoal do seu presidente Thomas Bach. Os Comitês possuem cotas de ingressos para as competições. Uma parte dos ingressos cedidos aos Irlandeses foram desviados e seriam vendidos por uma fortuna (+/- 8 mil dólares). O Senhor Patrick Hickey foi preso como cambista, já alguns nadadores da equipe americana passaram a noite de domingo na esbornia, ou seja, na farra alcoolizados, felizmente eles estavam de taxi. Porém o taxi parou num posto de gasolina, quando eles criaram uma grave arruaça. A polícia foi chamada, mas para a felicidade deles não chegou a tempo. Tudo teria terminado por aí, porem Ryan Lochte, um dos nadadores, resolveu mentir para a mãe. Que ficando preocupada com a demora do filho em atender o celular na ocasião, questionou seu filho. Que mentiu dizendo a ela que teria sofrido violência, zelosa, sua mãe ligou para quem de direito e pediu providencias para reparar o trauma que seu filho (32 anos) teria sofrido e mais segurança para o mesmo.  Lochte transformou a história em um assalto, mirabolante com armas de tiro! Uma falsa denúncia (comunicação) de crime. Isto é contra a lei no mundo todo. Por aqui, é uma infração sujeita a até seis meses de detenção ou multa. Vejam bem, o povo mal afamado por seu jeitinho, a corrupção, pela predileção por burlar a lei, as regras e por buscar atalhos comportamentais, comportou-se de maneira exemplar.  Novamente foram os estrangeiros, que trouxeram o trambique e a corrupção para o nosso país.

 


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